As atividades presenciais do projeto de Extensão “Rede Ler” na Casa da Infância foram reiniciadas neste mês de março. O Rede Ler iniciou as atividades há 6 anos e não é uma ação isolada: ele integr...
Publicado por: Décio Batista
em 14 de abril de 2026
Tempo de leitura: 3 minutos.
As atividades presenciais do projeto de Extensão “Rede Ler” na Casa da Infância foram reiniciadas neste mês de março. O Rede Ler iniciou as atividades há 6 anos e não é uma ação isolada: ele integra o Programa de Extensão Território Paulo Freire, que busca levar o conhecimento produzido na universidade para além de seus muros. Conforme ressalta a coordenadora do projeto, Cibele Beirith Figueiredo Freitas, o objetivo central é democratizar o acesso a diferentes manifestações culturais escritas. “A Extensão promove uma troca significativa de conhecimentos e experiências entre acadêmicos, professores e a comunidade, fortalecendo simultaneamente o diálogo com a área da pesquisa”, avaliou a coordenadora.
Sob a condução direta dos acadêmicos do curso de Letras Ana Paula Moreira de Sousa e Vitória Neto, os encontros iniciais foram centrados no acolhimento das crianças. Segundo a acadêmica Vitória, a metodologia aplicada utiliza dinâmicas de leitura e produção textual para estimular a criatividade e o senso crítico dos participantes. “O retorno das ações superou as expectativas, sendo perceptível um grande entusiasmo por parte das crianças, que se mostraram curiosas e animadas para conhecer as novas propostas de trabalho pedagógico”, relatou.
Um dos diferenciais desta fase do projeto é a forte colaboração interdisciplinar entre diversas áreas do saber. Além da coordenação de Cibele, a equipe conta com a participação estratégica da pró-reitora de Ensino e professora do curso de Pedagogia e do Programa de Pós-Graduação em Educação, Graziela Fátima Giacomazzo; da coordenadora do curso de Letras, Daniela Arns Silveira; e da docente do curso de Ciências da Computação, Merisandra Côrtes de Mattos.
Para a pró-reitora Graziela Giacomazzo, a união de especialistas reforça a premissa de que a alfabetização e o letramento são processos complexos que beneficiam as crianças por meio de múltiplos olhares. “Desde as bases da pedagogia tradicional até as novas interfaces tecnológicas, tudo é importante para o aprendizado. Esperamos, com a retomada do projeto, consolidar a presença da Unesc na comunidade, servindo como um laboratório vivo para os estudantes universitários e como uma janela de oportunidades para as crianças atendidas”, declarou.
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