A memória também pode estar nas letras de rap, nas imagens do grafite, nos registros de uma batalha de breaking e nos acervos construídos por comunidades. Foi a partir dessa perspectiva que acadêmi...
Publicado por: Marciano Bortolin
em 25 de setembro de 2026
Tempo de leitura: 2 minutos.
A memória também pode estar nas letras de rap, nas imagens do grafite, nos registros de uma batalha de breaking e nos acervos construídos por comunidades. Foi a partir dessa perspectiva que acadêmicos da 4ª fase do curso de História da Unesc visitaram, na última quarta-feira (23/9), a Casa de Hip Hop Flor e Ser, no bairro Vila Zuleima, em Criciúma.
Coordenada por Maxwell Sander, a Casa recebeu os estudantes como parte das atividades de curricularização da Extensão da disciplina de Arquivo e Documentação, ministrada pelos professores Daniela Pistorello e Paulo Sérgio Osório.
Durante a visita, a turma conheceu a trajetória da Casa, as atividades desenvolvidas e a relação construída com a comunidade. O encontro também abriu espaço para o diálogo sobre elementos da cultura hip hop, como rap, breaking, grafite e discotecagem, entendidos como formas de expressão, memória, identidade e resistência.
A experiência propõe uma reflexão sobre quem produz, registra e preserva a memória. Para a formação dos futuros professores de História, a discussão amplia a compreensão sobre arquivos e documentos, que também podem ser encontrados fora das instituições oficiais, em registros produzidos pelos próprios grupos sociais.
A curricularização da Extensão integra atividades extensionistas à formação acadêmica e aproxima universidade e sociedade por meio da troca de conhecimentos.
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