Na noite desta terça-feira (23/6), o Auditório Ruy Hülse, da Unesc, recebeu o tenente-coronel Mário Luiz Silva, comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar de Criciúma, para uma palestra sobre "Fa...
Publicado por: Mayara Cardoso
em 24 de junho de 2026
Tempo de leitura: 2 minutos.
Na noite desta terça-feira (23/6), o Auditório Ruy Hülse, da Unesc, recebeu o tenente-coronel Mário Luiz Silva, comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar de Criciúma, para uma palestra sobre "Facções Criminosas no Brasil". O evento, voltado aos acadêmicos do curso de Direito, contou com a participação de professores, lideranças da área jurídica e advogados.
Durante a apresentação, o oficial, que é docente na Universidade, abordou as particularidades das organizações criminosas brasileiras, traçando um panorama desde o surgimento desses grupos até suas características atuais. A palestra ofereceu aos futuros profissionais do Direito uma análise detalhada sobre como as facções se diferenciam de outras formas de crime organizado mundial.
"Em matéria de crime organizado, nós somos diferentes de tudo que trabalhamos até aqui. Talvez a essência seja a mesma, mas a atuação é completamente diversa. Nós falamos em máfias, falamos em cartéis. No Brasil, nós temos uma denominação própria: elas são as facções criminosas", explicou o tenente-coronel Mário Luiz Silva, destacando a singularidade do cenário nacional e características regionais neste contexto.
A reitora em exercício, Gisele Coelho Lopes, ressaltou a importância de eventos como este para a formação acadêmica e aconselhou os estudantes a se concentrarem e vivenciarem o momento, assim como a graduação, com entrega e dedicação. "Aproveitem esse momento pois, assim como quando lemos um livro não somos mais os mesmos, quando escutamos uma autoridade que tem a experiência prática, nós também não somos mais os mesmos", destacou.
Para a reitora, iniciativas como esta são fundamentais para o desenvolvimento social. "Se queremos um mundo mais desenvolvido, um mundo mais seguro, um mundo mais instruído, e se queremos ter pessoas que saibam dialogar nos diferentes lugares, se queremos pessoas mais autônomas, não tem outro lugar se não for pela educação", afirmou.
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