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Simpósio amplia debate sobre câncer infantojuvenil na Unesc

A quarta edição do Simpósio de Câncer Infantojuvenil, promovida pela Casa Guido em parceria com a Diretoria de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias da Unesc, reuniu acadêmicos e profissionais na ...

Marciano Bortolin

Publicado por: Marciano Bortolin

em 15 de setembro de 2026

Tempo de leitura: 3 minutos.

Simpósio amplia debate sobre câncer infantojuvenil na Unesc

A quarta edição do Simpósio de Câncer Infantojuvenil, promovida pela Casa Guido em parceria com a Diretoria de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias da Unesc, reuniu acadêmicos e profissionais na manhã desta terça-feira (15/9), no Auditório Ruy Hülse. O encontro também marcou mais uma etapa da aproximação que já resultou na criação da Liga de Genética do curso de Medicina e no desenvolvimento de pesquisas relacionadas ao câncer infantil.

Nesta edição, o evento contou com palestra da pediatra e oncologista pediátrica no Hospital Infantil Joana de Gusmão e no Imperial Hospital de Caridade, Amanda Ibagy, além de preceptora e coordenadora da residência médica de Pediatria do Hospital Infantil Joana de Gusmão.

Também esteve presente a médica oncologista infantil e hematologista pediátrica, Juliana Dal Pont Bitencourt. Ela também atua como oncologista pediátrica e hematologista no Hospital São José e na Unimed, além de atuar na Clínica Infantil Criciúma. A profissional também é professora e preceptora da Unesc nas especialidades de Oncologia Pediátrica.

Transformação

A pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação, Inovação e Extensão, Vanessa Moraes de Andrade, destacou a transformação provocada pelas edições anteriores. “O contato dos acadêmicos com profissionais convidados despertou o interesse por uma área que ultrapassa o conteúdo tradicional da graduação. É importante formar médicos com esse olhar, pensar no próximo, ser técnico, mas também ter o olhar de quem se interessa pela causa”, afirmou Vanessa.

A Liga de Genética surgiu a partir de uma provocação feita durante o primeiro simpósio. O interesse dos acadêmicos levou à criação da iniciativa no curso de Medicina e abriu espaço para novas atividades relacionadas ao tema. 

A presença de acadêmicos no simpósio reforçou o movimento. Para a vice-presidente da Casa Guido, Sil Citadin, a formação precisa reunir conhecimento técnico e sensibilidade diante da realidade enfrentada por pacientes e familiares. “Além de um olhar técnico, fundamental para a profissão, é preciso um olhar humano, que vá além da saúde dos pacientes e considere também a família”, destacou.

Informação para o diagnóstico precoce

O trabalho desenvolvido pela Casa Guido com diagnóstico precoce também esteve entre os pontos destacados durante o encontro. A entidade mantém ações voltadas à disseminação de informações para ampliar o conhecimento sobre sinais e sintomas do câncer infantojuvenil.

Segundo Sil, o trabalho iniciado em 2022 promoveu novas descobertas e ampliou a circulação de informações entre famílias. A estratégia busca contribuir para diagnósticos mais responsáveis e aproximar as possibilidades de cura das crianças e adolescentes.

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