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Projeto da Unesc amplia ações de educação ambiental e patrimonial em escolas do Vale do Araranguá

O projeto “Educação Ambiental e Patrimonial no Vale do Araranguá”, desenvolvido pelo Centro de Memória e Documentação (Cedoc), segue ampliando suas ações em escolas da região Sul catarinense, artic...

Marcela Barrozo

Publicado por: Marcela Barrozo

em 12 de maio de 2026

Tempo de leitura: 3 minutos.

Projeto da Unesc amplia ações de educação ambiental e patrimonial em escolas do Vale do Araranguá

O projeto “Educação Ambiental e Patrimonial no Vale do Araranguá”, desenvolvido pelo Centro de Memória e Documentação (Cedoc), segue ampliando suas ações em escolas da região Sul catarinense, articulando atividades voltadas à educação ambiental, ao patrimônio cultural e à história local.

Após a primeira etapa de articulação com professores, as oficinas passaram a ser desenvolvidas em sala de aula, a partir do dia 9 de abril, diretamente com estudantes de diferentes municípios do Vale do Araranguá. As atividades envolvem oficinas, práticas pedagógicas e ações de sensibilização relacionadas ao patrimônio cultural e à sustentabilidade ambiental.

Os alunos participaram de ações ligadas à reciclagem, à reutilização de resíduos sólidos e à construção de materiais a partir de recicláveis, além de outras práticas que estimulam reflexões sobre sustentabilidade e responsabilidade coletiva.

No eixo patrimonial, as oficinas abordaram temas como história local, memória, patrimônio cultural imaterial e história oral, por meio de apresentações, jogos didáticos e dinâmicas participativas em sala de aula, promovendo o diálogo entre as experiências dos estudantes e os referenciais da Educação Patrimonial.

Segundo a historiadora Michele Gonçalves Cardoso, as atividades buscam aproximar os estudantes das múltiplas formas de construção do conhecimento histórico. “As oficinas permitem que os alunos percebam que o patrimônio cultural também está presente nas experiências do cotidiano, nas narrativas das comunidades e nas referências culturais da região. Trabalhar história local e memória em sala de aula fortalece a relação dos estudantes com o território onde vivem”, destaca.

O projeto é coordenado pelo professor Paulo Sérgio Osório e conta com a atuação da historiadora Michele Gonçalves Cardoso, da pesquisadora Liziane e do educador ambiental Eduardo Fernandes Martinello, além de outros colaboradores envolvidos nas ações de campo, pesquisa e organização pedagógica.

Para o educador ambiental Eduardo Fernandes Martinello, o projeto também contribui para ampliar a percepção dos estudantes sobre sustentabilidade e responsabilidade coletiva. “As atividades práticas ajudam os alunos a refletirem sobre o impacto das ações humanas no meio ambiente e sobre como pequenas iniciativas podem gerar mudanças no espaço escolar e na comunidade”, afirma.

A proposta prevê o desenvolvimento de ações de educação ambiental e patrimonial em escolas e entidades comunitárias da região do Vale do Araranguá, incentivando práticas sustentáveis e a valorização do patrimônio cultural imaterial regional, com o objetivo de fortalecer a relação entre universidade, escola e comunidade.

As atividades contemplaram escolas dos municípios de Araranguá, Maracajá, Sombrio, Meleiro, Arroio do Silva e Balneário Gaivota, envolvendo turmas do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Entre as instituições participantes estão a EEB Professora Maria Garcia Pessi, EEB Professora Dolvina Leite de Medeiros, EEB Professora Otília da Silva Berti, EEF Pe. Antônio Luiz Dias, EEB Manoel Gomes Baltazar, EEB Cátulo da Paixão Cearense, EEM Macário Borba e EEF Prof.ª Doralina Clezar da Silva.

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