Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEM) da Unesc, Giovanni Augusto de Abreu Bettinelli, retornou recentemente de nove meses de doutorado sanduíche no I...
Publicado por: Marcela Barrozo
em 11 de agosto de 2026
Tempo de leitura: 2 minutos.
Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEM) da Unesc, Giovanni Augusto de Abreu Bettinelli, retornou recentemente de nove meses de doutorado sanduíche no Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), em Portugal.
O período na instituição portuguesa teve como foco principal aprofundar a análise das propriedades térmicas do material estudado por Giovanni. Além dos ensaios voltados especificamente a essa frente, o doutorando aproveitou a estrutura do instituto para realizar caracterizações que ainda não eram possíveis na Unesc, ampliando o alcance experimental de sua pesquisa.
"Aproveitamos para entender um pouco mais as características do material nessa parte térmica, além de fazer outras caracterizações e ensaios aos quais ainda não tínhamos acesso aqui", contou o doutorando.
Para Giovanni, os nove meses em Portugal representaram também sua primeira vivência de moradia no exterior. A adaptação foi facilitada por um sistema de apoio ao estudante, no qual a universidade oferecia auxílio tanto para alimentação quanto para moradia.
"Esse período foi fantástico, não só na parte acadêmica, mas na parte cultural. É basicamente outro mundo. A logística é diferente, o transporte é diferente, e a instituição tem um fomento muito forte para auxílio na moradia e alimentação", relatou o pesquisador.
Durante a estância, Giovanni ainda participou de uma conferência em Lisboa, dentro de sua área de pesquisa, e colaborou com colegas do PPGCEM que também realizavam ensaios no instituto português.
Para o coordenador do PPGCEM, Tiago Bender Wermuth, experiências como a de Giovanni reforçam uma diretriz estratégica que o programa vem consolidando nos últimos anos. Segundo ele, a internacionalização deixou de ser um diferencial pontual para se tornar parte estrutural da formação oferecida pelo programa.
"Acho que é mais uma bandeira que o Programa coloca na internacionalização. A partir dessa interação com Portugal, sempre digo que nascem novas possibilidades", avaliou o coordenador.
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