Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico (PPGDS) da Unesc, Geiziane Laurindo de Morais, viveu uma experiência acadêmica internacional que marcou sua trajetória de p...
Publicado por: Marcela Barrozo
em 30 de julho de 2026
Tempo de leitura: 3 minutos.
Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico (PPGDS) da Unesc, Geiziane Laurindo de Morais, viveu uma experiência acadêmica internacional que marcou sua trajetória de pesquisa. Por meio de um convênio de cotutela firmado entre a Unesc e a Universidade de Alicante (UA), na Espanha, ela passou um ano na instituição espanhola, período que possibilitará a obtenção do título de doutora pelas duas universidades.
A oportunidade surgiu durante a disciplina de internacionalização ministrada pelo professor José Daniel Gómez López, da UA. A partir daí, Geiziane iniciou o processo para ingressar no Programa de Doctorado en Humanidades y Estudios Sociales de América Latina (PDHESAL), vinculado ao Instituto Universitario de Estudios Sociales de América Latina (IUESAL).
“Na ocasião, meu professor orientador, Dimas de Oliveira Estevam, informou que a Unesc havia estabelecido um convênio de cotutela internacional com a Universidade de Alicante, possibilitando a dupla titulação. A partir desse momento, despertou em mim o interesse em realizar parte da minha formação na UA”, relatou a doutoranda.
Aprovada no processo seletivo, Geiziane passou a cumprir os requisitos acadêmicos como doutoranda da instituição espanhola, tendo como coorientadora a professora María Loreto Maciá Soler. Posteriormente, foi contemplada com a bolsa do Programa Institucional de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE), a partir disso, permaneceu por mais seis meses na UA.
O período na UA também serviu para o avanço da sua tese, intitulada “Políticas Públicas para Pessoas Idosas: análise das características e percepções de beneficiários e gestores em cidades da Espanha e do Brasil". Nas cidades de Torrevieja e Dénia, na Costa Blanca, foram entrevistadas 32 pessoas idosas e 10 gestores públicos. A pesquisa será complementada com coleta de dados em Criciúma, Santa Catarina.
"Tive o privilégio de conhecer outro país, outra cultura, outro idioma, outro sistema educacional e outras formas de organização social. As relações que construí foram importantes para compreender diferentes realidades socioeconômicas, ampliar minha visão de mundo e estabelecer parcerias acadêmicas e profissionais que levarei para toda a vida", refletiu.
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