Extensão

Unesc intensifica prevenção ao câncer de mama com ação educativa nas Clínicas Integradas

Uma ação voltada à conscientização sobre o câncer de mama hereditário mobilizou acadêmicos e pacientes nas Clínicas Integradas Unesc, na tarde desta quarta-feira (22/4). A iniciativa foi promovida ...

Daniela Savi

Publicado por: Daniela Savi

em 22 de abril de 2026

Tempo de leitura: 3 minutos.

Unesc intensifica prevenção ao câncer de mama com ação educativa nas Clínicas Integradas

Uma ação voltada à conscientização sobre o câncer de mama hereditário mobilizou acadêmicos e pacientes nas Clínicas Integradas Unesc, na tarde desta quarta-feira (22/4). A iniciativa foi promovida pela Liga Acadêmica de Mastologia (Lamasto) e pela Liga Acadêmica de Genética Médica (Lagem), em parceria com a Diretoria de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias.

A proposta surgiu a partir da união entre as duas ligas, que identificaram no tema uma oportunidade de integrar conhecimento e ampliar o alcance da informação. “Recebemos um convite para desenvolver um projeto de Extensão juntas e pensamos em um tema que pudesse conectar as duas áreas. O câncer de mama hereditário permite unir genética e mastologia, além de atingir diretamente o público que atendemos aqui nas clínicas, principalmente mulheres”, destacou a presidente da Lamasto, Júlia Weber.

Durante a ação, as pessoas que passavam pelo local foram convidadas a conversar sobre o histórico familiar e fatores de risco relacionados à doença. A partir desse diálogo, foi aplicado um questionário para avaliar a probabilidade de predisposição genética ao câncer de mama. Entre os pontos analisados, estiveram casos da doença na família, incluindo em homens, idade e outros aspectos relevantes para o rastreamento.

Além da abordagem genética, a atividade também incluiu orientações práticas sobre a saúde das mamas. As acadêmicas explicaram sinais de alerta que merecem atenção, como presença de nódulos, retrações na pele, alterações no formato das mamas e secreções mamilares. O objetivo foi incentivar o olhar atento ao próprio corpo sem substituir o acompanhamento médico.

Outro destaque da ação foi o reforço sobre a importância da mamografia. Conforme orientado pelas estudantes, o exame deve ser realizado anualmente a partir dos 40 anos, sendo fundamental para a detecção precoce da doença. “O autoexame é importante para o autoconhecimento, mas não substitui a mamografia. Mesmo sem histórico familiar, é essencial manter o acompanhamento regular com o médico”, ressaltou Júlia.

A atividade também contou com a participação de acadêmicos de diferentes fases do curso de Medicina.

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