A relação entre passado e presente ganha forma em imagens que atravessam gerações e reconfiguram percepções sobre o território. É nesse movimento que a exposição “O Tempo Muda” ocupa o Memorial Une...
Publicado por: Marciano Bortolin
em 9 de abril de 2026
Tempo de leitura: 2 minutos.
A relação entre passado e presente ganha forma em imagens que atravessam gerações e reconfiguram percepções sobre o território. É nesse movimento que a exposição “O Tempo Muda” ocupa o Memorial Unesc, reunindo estudantes, comunidade acadêmica e público em torno de uma experiência que conecta memória, identidade e transformação.
Realizada pelo Centro de Memória e Documentação (Cedoc), a abertura ocorreu no dia 6 de abril e mobilizou diferentes públicos em um ambiente que tem a fotografia como linguagem de leitura do tempo e da sociedade.
A mostra reúne 21 obras, entre ampliações e projeções, que estabelecem um diálogo entre o acervo histórico do fotógrafo Gentil Reynaldo e o olhar contemporâneo de Guilherme Reynaldo. O conjunto constrói uma síntese visual das mudanças sociais, urbanas e humanas no Sul catarinense, com centralidade no município de Jaguaruna.
"A proposta conduz o visitante por diferentes camadas de interpretação, nas quais a imagem ultrapassa o registro estético e se afirma como documento histórico e instrumento de preservação da memória coletiva", cita o coordenador do Cedoc, Paulo Osório.
Durante a abertura, a circulação do público evidenciou a dimensão formativa da exposição, com experiências e percepções distintas em torno de uma narrativa comum. A iniciativa reforça o papel do Cedoc/Unesc na valorização do patrimônio cultural e na ampliação do acesso à história, consolidando um modelo de atuação que aproxima a comunidade de produções que ajudam a compreender o presente a partir do passado.
A exposição segue aberta para visitação até 6 de maio, no Memorial Unesc, com entrada gratuita.
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