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Encontro Reflexivo debate saúde mental no trabalho em alusão ao Setembro Amarelo na Unesc

O Departamento de Desenvolvimento Humano (DDH), o Programa Acolher e o programa Estilo Unesc de Bem Viver e Conviver realizaram nessa terça-feira (15/9) mais um encontro do ciclo "Quando me reconhe...

Marcela Barrozo

Publicado por: Marcela Barrozo

em 16 de setembro de 2026

Tempo de leitura: 3 minutos.

Encontro Reflexivo debate saúde mental no trabalho em alusão ao Setembro Amarelo na Unesc

O Departamento de Desenvolvimento Humano (DDH), o Programa Acolher e o programa Estilo Unesc de Bem Viver e Conviver realizaram nessa terça-feira (15/9) mais um encontro do ciclo "Quando me reconheço, me reconecto", em alusão ao Setembro Amarelo. O tema foi "Saúde Mental no Trabalho: Cuidar também é Acolher — escuta, empatia, respeito e construção de um ambiente mais saudável", e conduzido pela psicóloga Talita Leandro.

A palestrante alertou sobre os impactos nocivos gerados pelas comparações virtuais do cotidiano. Ela apontou que as redes sociais frequentemente projetam rotinas idealizadas de produtividade e perfeição, o que acaba gerando um sentimento de inadequação e cobranças excessivas em relação aos próprios hábitos e limites individuais.

“Às vezes passamos o dia dando conta de muitas coisas importantes e esquecemos de pensar no que nos faz felizes, quando na verdade deveríamos refletir sobre o que incluir, retirar ou fazer diferente no dia a dia para definir o que realmente significa saúde mental para nós”, reflete a psicóloga.

O encontro também abriu espaço para a realização de um "bingo da saúde mental". A dinâmica exigiu que os trabalhadores interagissem ativamente entre si para coletar assinaturas de colegas que já tivessem vivenciado as situações indicadas nas cartelas.

Na sequência, a psicóloga abordou os limites da escuta informal e a necessidade de buscar ajuda especializada quando os problemas laborais ou pessoais parecem comprometer a capacidade de enxergar soluções.

“Muitas vezes as pessoas debatem seus problemas com terceiros em vez de procurar um profissional, sendo que este é o especialista capacitado para ensinar, auxiliar e direcionar o indivíduo a enxergar onde sua vida pode estar estagnada”, observou a profissional.

O encerramento do encontro contou com uma atividade de mapeamento pessoal baseada em uma adaptação da tradicional roda da vida. A psicóloga distribuiu um modelo de gráfico impresso para que cada participante pudesse dar notas de 0 a 10 ao seu estado atual de saúde física, setor financeiro, carreira e vida afetiva, servindo como uma ferramenta visual de diagnóstico e autocuidado

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