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Doutorando da Unesc investigará transtorno bipolar nos EUA em pesquisa que transforma células sanguíneas em neurônios

A Unesc reafirma sua tradição de impulsionar a carreira de estudantes de diferentes áreas por meio de intercâmbios internacionais enriquecedores. O acadêmico Jorge Machado de Aguiar Geraldo, do Pro...

Marcela Barrozo

Publicado por: Marcela Barrozo

em 21 de setembro de 2026

Tempo de leitura: 2 minutos.

Doutorando da Unesc investigará transtorno bipolar nos EUA em pesquisa que transforma células sanguíneas em neurônios

A Unesc reafirma sua tradição de impulsionar a carreira de estudantes de diferentes áreas por meio de intercâmbios internacionais enriquecedores. O acadêmico Jorge Machado de Aguiar Geraldo, do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS), prepara-se para embarcar, no dia 10 de outubro, para um intercâmbio de pesquisa internacional nos Estados Unidos. 

Contemplado com a bolsa do Programa de Doutorado-Sanduíche no Exterior (PDSE) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ele passará seis meses na University of Texas Health Science Center at Houston (UTHealth), onde avançará em seus estudos voltados à saúde mental.

Membro do grupo de pesquisa em transtorno bipolar do PPGCS e orientado pela professora Dra. Samira da Silva Valvassori, o doutorando investiga os fatores biológicos da condição. A oportunidade busca consolidar a cooperação científica internacional da Universidade e abrir portas para futuras.

“Na minha investigação de doutorado, busco os mecanismos fisiopatológicos do transtorno bipolar por meio de parâmetros hormonais e bioquímicos no sangue. Graças a uma cooperação internacional, será aplicado metodologias avançadas em amostras de pacientes da Unesc e a principal meta é transformar essas células sanguíneas em neurônios para podermos avaliá-los diretamente”, explica.

Por se tratar da primeira vivência prolongada do doutorando longe da família no exterior, a assessora do Escritório de Relações Internacionais, Cinara Ludvig Gonçalves, reforça o suporte institucional de acolhimento e ressaltou a importância de manter o equilíbrio emocional diante dos desafios e da saudade de casa durante o período de mobilidade.

“Durante o período de mobilidade, os estudantes contam com acompanhamento contínuo e acesso a atendimentos psicológicos remotos por videochamada, oferecidos pelo Programa Acolher, para auxiliar no processo de adaptação cultural”, conclui.

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