Internacionalização

Doutoranda da Unesc parte para a Inglaterra para aprofundar pesquisa sobre sífilis

A doutoranda do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) da Unesc, Amanda Christine da Silva Kursancew, se prepara para nos próximos dias partir para o doutorado sanduíche na Inglater...

Mayara Cardoso

Publicado por: Mayara Cardoso

em 29 de abril de 2026

Tempo de leitura: 3 minutos.

Doutoranda da Unesc parte para a Inglaterra para aprofundar pesquisa sobre sífilis

A doutoranda do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) da Unesc, Amanda Christine da Silva Kursancew, se prepara para nos próximos dias partir para o doutorado sanduíche na Inglaterra. Em encontro promovido pelo Escritório de Relações Internacionais da Universidade, nesta terça-feira (28/4), a pesquisadora apresentou o estudo que leva na bagagem para o intercâmbio.

A estudante embarca já na próxima semana para a Universidade de Southampton, onde desenvolverá parte de sua pesquisa voltada ao diagnóstico de sífilis junto ao pesquisador Myron Christodoulides, professor de bacteriologia. No Brasil, a orientação do projeto segue com o professor doutor Ricardo Andres, na área de biotecnologia.

“Minha pesquisa busca desenvolver um teste rápido mais preciso e acessível. Para isso, utilizo a bioinformática na identificação de moléculas que facilitem a detecção. A etapa no exterior envolve a expressão de proteínas em bactérias, que serão aplicadas na construção do teste no Brasil, onde já contamos com um banco de amostras de pacientes em diferentes estágios da doença”, explica.

Conforme Amanda, o diagnóstico da sífilis ainda enfrenta desafios, especialmente em fases assintomáticas, o que a torna um importante problema de saúde pública. “A proposta é contribuir com uma solução inovadora que amplie o acesso e a eficácia da detecção”, completa.

A pesquisa integra seu doutorado e está vinculada a uma parceria internacional já estabelecida por meio do orientador do projeto. A expectativa é de que os resultados gerem publicações conjuntas e, potencialmente, uma patente, considerando o caráter biotecnológico da proposta.

No encontro pré-viagem, a coordenadora do Escritório, Dayane Cortez, abordou junto à doutoranda os aspectos práticos do intercâmbio, como a preparação para o idioma, adaptação cultural e estrutura de apoio. “Estaremos à disposição para o que precisares de apoio, documentação ou orientação e desejamos que tenhas uma grande experiência profissional e pessoal. Não deixe de aproveitar toda essa imersão cultural e interação com pesquisadores de diferentes países, o que faz toda a diferença para o aprendizado destes intercâmbios”, salientou.

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