A Sala Edi Balod recebeu na terça-feira (8/9) a abertura da exposição “Tão parte da paisagem”, da artista visual Claudia Zimmer. A mostra propõe uma imersão reflexiva acerca da relação humana com o...
Publicado por: Marcela Barrozo
em 11 de setembro de 2026
Tempo de leitura: 2 minutos.
A Sala Edi Balod recebeu na terça-feira (8/9) a abertura da exposição “Tão parte da paisagem”, da artista visual Claudia Zimmer. A mostra propõe uma imersão reflexiva acerca da relação humana com o tempo externo e interno, explorando a volatilidade do cotidiano por meio da arte contemporânea.
A exibição convida o público a refletir sobre as percepções atmosféricas e sentimentais que marcam a existência, dialogando com a ideia de que o indivíduo é constantemente atravessado por expectativas e intempéries do ambiente.
“A exposição reflete sobre a volatilidade do tempo interno e externo, criando uma terceira paisagem que acomoda o indivíduo entre brisas e furacões existenciais, políticos e climáticos. As obras instigam a avaliação dessas sensações, considerando que existimos a partir de ideias e sentimentos que nos moldam cotidianamente”, explica a artista.
Segundo a autora, a mostra propõe questionar a sensação atmosférica interna e externa, destacando que, embora não mudamos o tempo minuto a minuto, somos formados pelas expectativas e sentimentos que nos atravessam. Utilizando múltiplas mídias e linguagens, as peças expostas combinam vivências da própria autora com a recriação de temporalidades.
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